segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

VERDADES OCULTAS DA DOUTRINA DOENTE 2

Rubens Iluminati começa o DVD mostrando umas práticas estranhas nos cultos neopentecostais das igrejas americanas e tenta generalizar para o protestantismo moderno. Afirma que achamos normais estas práticas, como se todos os cristãos hoje fossem hereges.

Sabemos que existem muitas práticas extra bíblia no meio evangélico hoje, mas também existe muita gente séria que tem suas doutrinas e preceitos embasados nas escrituras. Paulo escreveu a Timóteo que o Espírito diz que nos últimos dias muitos se afastariam da fé dando ouvido a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios. Como a doutrina que está sendo divulgada pelo Rubens Iluminati e outras que é mostradas no vídeo.

O cristianismo sempre sofreu ataques de heresias legalistas e filosóficas, mas Deus sempre deixou um remanescente fiel para defesa da fé. Logo nos primeiros anos o cristianismo houve um concílio para tratar deste assunto. Para manutenção da pureza doutrinária, reuniu-se em Jerusalém o primeiro presbitério (At 15: 6-29). Nasceu para proteger a igreja contra as falsas doutrinas e contra as ameaças do legalismo. (At 15:6-29; At 20:20-30; Tt 1:5-16). O governo da igreja neste período passou a ser uma junta de anciãos (pastores e presbíteros) que administravam as congregações locais, tendo os diáconos como auxiliares administrativos. A supervisão geral ficava com os apóstolos. (Tinha uma liderança humana. A maioria dos cristãos que convivo acredita que o líder não é um mediador ao contrário do que afirma o Sr. Rubens Iluminati o cristianismo acreditar. O Mediador é Cristo.)

No primeiro Século o cristianismo teve que enfrentar o gnosticismo e suas ramificações como o docetismo. Oito livros do novo testamento foram escritos para combater formas diversas desta heresia. São eles: colossenses; as três epístolas pastorais; as três epístolas joaninas e Judas.

No segundo século temos o maniqueísmo defendido por Maniqueu e o neoplatonismo defendido por Plotino. Muitas outras heresias surgiram como: o monarquianismo (Dinamista e modalista); o sabelianismo; o nestorianismo, o eutiquianismo e outras. Mas as maiores heresias surgiram quando Constantino colocou o cristianismo como religião oficial. Mas nesta época existia um grupo de cristãos perseguidos que se reuniam nas catacumbas de Roma, mas não se renderam ao neocristianismo romano.

Temos igreja muito anterior à reforma como a igreja dos valdenses 1175 que enfretou séculos de perseguição a unitas fratrum de onde surgiram os irmãos morávios.

Portanto, não podemos generalizar. Hoje como no começo do cristianismo há muitas heresias e a do Rubens Iluminati é mais uma entre as muitas. Isto é profecia bíblica. O aumento de seitas e heresias é um sinal dos tempos! (I Tm 4:1)

No DVD ele parece não aceitar o nome de Jesus. Ele deixa claro quando afirma algumas vezes “O salvador que aprendemos a chamar de Jesus”. Ele se refere sempre a Jesus como o salvador e não pelo seu nome. Será o Rubens Iluminati defensor do YAOHUSHUISMO?

Será que o Rubens Iluminati não está polemizando para lucrar com a venda de DVDs? Você não acha que tem muita propaganda dos DVDs nos vídeos?

O cristianismo vem sofrendo perseguições e influencias heréticas, mas depende de nos o cristianismo que devemos deixar para o nossos filhos!

Marcos Avelino

domingo, 16 de janeiro de 2011

VERDADES OCULTAS DA DOUTRINA DOENTE 1

Esta semana assisti a um vídeo falando sobre a sã doutrina. Fiquei pasmo por tamanha falta de conhecimento das escrituras. Existe neste vídeo uma tentativa de empurrar uma doutrina doentia baseada em raciocínios lógicos e fatos históricos para justificar os deslizes do cristianismo hoje o generalizando. Talvez o sucesso dos DVDs sobre os Iluminatis tenha feito ir acima das mais altas nuvens e se tornar portador das verdades supremas, ignorando as verdades bíblicas ou as usando fora do contexto para embasar os raciocínios. Vamos pesquisar na bíblia e não na história como o autor do DVD sugere. Será que no momento histórico vivido por Zwinglio, Calvino, Lutero e outros citados, eles apenas fizeram as coisas pelo seu bel prazer ou por outras motivações sem levar em consideração as verdades escriturais?

Por meu tempo livre ser escasso dividirei esta reflexão em várias etapas a primeira e sobre a Liderança.

SOBRE LIDERANÇA...

Em primeiro lugar gostaria de falar sobre as verdades ocultas fora das interpretações doentes do senhor Rubens Iluminati. Ele deixa entender que a liderança cristã (diácono, presbítero, bispos, pastores... ) foi criada historicamente por homens e isso sem nenhum respaldo nas escrituras. E que isso é descendência da mãe da igreja protestante, a Igreja Católica Romana.

Vejamos o que diz as escrituras sobre este assunto: Foi o próprio Jesus que constituiu a liderança (Ef.4.11). Em atos dos apóstolos vemos Lucas descrevendo a escolha de diáconos (At.6.1-6) e a existência de bispos (At.20.28); Lemos nas epístolas pastorais Paulo ensinando sobre os deveres dos bispos e diáconos (I Tm 3) e aconselhando sobre os presbíteros (I Tm5)

A divisão funcional dos líderes na igreja primitiva podiam ser classificados em duas classes: os líderes carismáticos e os líderes administrativos.

1) Líderes carismáticos

Tinham por função a proclamação e preservação das verdades do evangelho. Eram escolhidos por Cristo, através da ação do Espírito Santo, para exercer liderança na igreja. Vejamos o texto de efésios 4:11

“E Ele mesmo concedeu uns para apóstolo, outros para profetas, outros para evangelistas e outro para pastores e mestres”.

a) apóstolos – eram supervisores da igreja primitiva, e reunia em seu ministério as funções exercidas por vários líderes.

b) profetas – eram os que proclamavam a palavra de Deus.

c) evangelistas – eram os que anunciavam as boas novas em locais ainda não atingidos (At 21:8)

d) pastor – mestre – eram os que tinham a responsabilidade de ensinar e cuidar da maturidade dos crentes.

Portanto o senhor Rubens Iluminati não pode negar a existência de liderança na igreja citando recorte da história eclesiástica. Ela não foi criada por homens através da história, mas pelo próprio Jesus. Isso revela a pouca familiaridade que o pessoal da verdade oculta tem com as escrituras.

2) Líderes administrativos

Tinham por função exercer tarefas administrativas dentro das igrejas locais. Eram escolhidos democraticamente com consenso de toda igreja. Estes líderes tinham seus serviços ligados a congregação local. Surgiram quando a igreja cresceu e os apóstolos sobrecarregados tiveram que dividir funções. São eles:

a) anciãos (presbuteros) e bispos (episkopos) era o mesmo ofício (At 20:17; Fp 1:1; Tt 1:5-7). A separação veio no segundo século com o surgimento do bispo monárquico. Os presbíteros dirigiam os cultos públicos (I Tm5:17; Tt 1:9) e eram responsáveis pela administração e pela a disciplina da igreja local.(At 20:20; I Tm 5:17; I Pe 5:1-6).

b) diáconos (diakonos) era aquele que governava e servia. Tinha atuação funcional subordinada a dos presbíteros. A execução de serviços na igreja era a sua principal função ( distribuir ceias as viúvas, etc...).

O escritor aos Hebreus escreveu “Obedecei aos vossos guias e sede submissos para com eles; pois velam por vossa alma, como quem deve prestar contas, para que façam isto com alegria e não gemendo; porque isto não aproveita a vós outros”. (Hb.13.17).

E o apóstolo Pedro escreveu: "Rogo, pois, aos presbíteros que há entre vós, eu, presbítero como eles, e testemunha dos sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores dos que vos foram confiados, antes, tornando-vos modelos do rebanho. Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória". 1Pedro 5.1-4

Será que os apóstolos e o Senhor Jesus escolheram mercenários? Será que o escritor aos Hebreus está pedindo para sermos masoquistas e estarmos sujeitos aos homens? Será que o Senhor não mandou homem nenhum pastorear o rebanho de Deus? Será que o apóstolo Pedro esta equivocado e o Senhor Rubens Iluminati certo?

Marcos Avelino.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A familia corre perigo.

Veja o vídeo abaixo e tire suas próprias conclusões sobre o que os nossos parlamentares estão trazendo de bom ao nosso país.


Ajude a divulgar esse vídeo de alerta a Igreja brasileira, a fim de não deixarmos tais atrocidades serem cometidas e legalizadas em nosso país.
Obrigado!

domingo, 11 de julho de 2010

ESCATOLOGIA (Parte VII)

ESCATOLOGIA – Visão geral.

Em relação à volta do Senhor Jesus, a única unanimidade que há entre os teólogos é que ela acontecerá. Nos demais aspectos, são várias correntes defendidas. Cada um com sua teoria e opinião.
É praticamente impossível definir como será a volta do Senhor e os demais acontecimentos dos últimos dias. São os mistérios do Senhor!
A seguir, têm-se as principais correntes defendidas pelos teólogos.

I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
II- O ARREBATAMENTO DA IGREJA
III- A TRIBULAÇÃO
IV- O MILÊNIO
V- OS JUÍZOS FUTUROS
VI- AS RESSURREIÇÕES

I - A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
A. Posição Pós-milenista.

1- Significado:
A segunda vinda de Cristo se dará depois do milênio.
2- Ordem dos acontecimentos:
A parte final da Era da Igreja (i.e.. Os seus últimos mil anos) é o Milênio, que será uma época de paz e abundância promovida pelos esforços da igreja. Depois disso, Cristo virá. Seguir-se-á então uma ressurreição generalizada, e depois desta um juízo geral e a eternidade.
3- Método de interpretação:
A interpretação pós-milenista é amplamente espiritualizada no que tange a profecia. Apocalipse 20, todavia, será cumprido num reino terreno, estabelecido pelos esforços da igreja.

B. Posição Amilenista

1- Significado:
A Segunda vinda de Cristo se dará no fim da época da igreja e não existe um Milênio na Terra. Estritamente falando, os amilenistas crêem que a presente condição dos justos no céu é o Milênio, e que não há ou haverá um Milênio terrestre. Alguns amilenistas tratam a soberania de Cristo sobre os corações dos crentes como se fosse o Milênio.
2- Ordem dos acontecimentos:
A Era da Igreja terminará num tempo de convulsão, Cristo voltará, haverá ressurreição e juízo gerais e, depois, a eternidade.
3- Método de interpretação:
A interpretação amilenista espiritualiza as promessas feitas a Israel como nação, dizendo que são cumpridas na Igreja. De acordo com esse ponto de vista, Apocalipse 20 descreve a cena das almas nos céus durante o período entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.
C. Posição Pré-milenista.

1- Significado:
A segunda vinda de Cristo acontecerá antes do Milênio.
2- Ordem dos acontecimentos:
A Era da Igreja termina no tempo da Tribulação, Cristo volta à Terra, estabelece e dirige seu reino por 1.000 anos, ocorrem a ressurreição e o juízo dos não-salvos, e depois vem a eternidade.
3- Método de interpretação:
O pré-milenismo segue o método de interpretação normal, literal, histórico-gramatical. Apocalipse 20 é entendido literalmente.
4- A questão do arrebatamento:
Entre os pré-milenistas não há unanimidade quanto ao tempo em que vai ocorrer o arrebatamento.

II. O ARREBATAMENTO
A- A Ocasião do Arrebatamento:
Pós-milenistas e amilenistas vêem o arrebatamento da igreja no final desta era e simultâneo com a segunda vinda de Cristo. Entre os pré-milenistas, há vários pontos de vista.

1. Arrebatamento pré-tribulacional:
A- Significado
:
O arrebatamento da Igreja (i.e., a vinda do Senhor nos ares para os Seus santos) ocorrerá antes que comece o período de sete anos da tribulação. Por isso, a Igreja não passará pela Tribulação, segundo este ponto de vista.
B- Provas citadas:

-A promessa de ser guardada (fora) da hora da provação. (Ap 3.10)
-A remoção do aspecto de habitação no ministério do Espírito Santo exige necessariamente a remoção dos crentes. (2Ts 2)
-A tribulação é um período de derramamento da ira de Deus, da qual a Igreja já está isenta. (Ap 6.17, cf. 1Ts 1.10; 5.9)
-O arrebatamento só pode ser iminente se for pré-tribulacional.    (1Ts 5.6)

2. Arrebatamento mesotribulacional:
A- Significado:

O arrebatamento ocorrerá depois de transcorridos três anos e meio do período da tribulação.
B- Provas citadas:

-A última trombeta de 1Co 15.52 é a sétima trombeta de Apocalipse 11.15, que soa na metade da tribulação.
-A Grande Tribulação é composta apenas dos últimos três anos e meio da septuagésima semana da profecia de Daniel 9.24-27, e a promessa de libertação da Igreja só se aplica a esse período. (Ap 11.2; 12.6)
-A ressurreição das duas testemunhas retrata o arrebatamento da Igreja, e sua ressurreição ocorre na metade da tribulação. (Ap 11.3,11)

3. Arrebatamento pós-tribulacional:
A- Significado:

O arrebatamento acontecerá ao final da Tribulação. O arrebatamento é distinto da segunda vinda, embora seja separado dela por um pequeno intervalo de tempo. A igreja permanecerá na terra durante todo o período da tribulação.
B- Provas citadas:

-O arrebatamento e a segunda vinda são descritos pelas mesmas palavras.
-Preservação da ira significa proteção sobrenatural para os crentes durante a tribulação, não libertação por ausência (assim como Israel permaneceu no Egito durante as pragas, mas protegido de seus efeitos).
-Há santos na terra durante a tribulação. (Mt 24.22)

4. Arrebatamento parcial:
A- Significado:

Somente os crentes considerados dignos serão arrebatados antes de a ira de Deus ser derramada sobre a terra; os que não tiverem sido fiéis permanecerão na terra durante a tribulação.
B- Provas citadas:

-Versículos como Hebreus 9.28, que exigem vigilância e preparo.

B- A Descrição do Arrebatamento:

1- Os textos:
1Ts 4.13-18; 1Co 15.51-57; Jo 14.1-3
2- Os acontecimentos:

-Descida de Cristo.
-A Ressurreição dos mortos em Cristo.
-A Transformação de corpos mortais para imortais dos crentes vivos na ocasião.

-O encontro com Cristo nos ares para a subida ao céu.
III. A TRIBULAÇÃO

A- Sua Duração:
É a 70ª semana de Daniel e, portanto, durará sete anos (Dn 9.27). A metade desse período é apresentada pelas expressões “42 meses” e “1.260 dias” (Ap 11.2,3)
B- Sua Distinção:
(Mt 24.21; Ap 6.15-17)
C- Sua Descrição:

-Julgamento sobre o mundo. As três séries de juízos descrevem esse julgamento (selos, Ap 6; trombeta, Ap 8-9; taças, Ap 16)
-Perseguição contra Israel. (Mt 24.9,22; Ap 12.17)
-Salvação de multidões (ap 7).
-Ascensão e domínio do anticristo (2Ts 2; Ap 13).

D- Seu Desfecho:
A tribulação terminará com a reunião das nações para a batalha de Armagedom e com o retorno de Cristo à terra (Ap 19).
IV. O MILÊNIO:

A- Definição:
O Milênio é o período de 1000 anos em que Cristo reinará sobre a terra, dando cumprimento às alianças abraâmica e davídica, bem como à nova aliança.
B- Suas Designações:
O Milênio é chamado de “reino dos céus” (Mt 6.10), “reino de Deus”      (Lc 19.11), “reino de Cristo” (Ap 11.15), a “regeneração” (Mt 19.28), “tempos de refrigério”        (At 3.19) e o “mundo por vir” (Hb 2.5).
C- Seu Governo:

-Seu cabeça será Cristo (Ap 19.16)
-Seu caráter. Um reino espiritual que produzirá paz, equidade, justiça, prosperidade e glória (Is 11.2-5).
-Sua capital será Jerusalém (2.3).

D- Sua Relação com satanás:
Durante este período satanás estará acorrentado, sendo liberto ao seu final, para liderar uma revolta final contra Cristo (Ap 20). Satanás será derrotado e lançado definitivamente no lago de fogo.
V. OS JUÍZOS FUTUROS

A- O Julgamento das Obras dos Crentes:

Tempo: Depois do arrebatamento da Igreja.
Lugar: No céu.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os membros do Corpo de Cristo.
Base: Obras posteriores à salvação.
Resultado: Galardões ou perda de galardões.
Textos: 1Co 3.11-15; 2Co 15.10

B- O Julgamento das Nações (ou gentios):

Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Vale de Josafá.
Juiz: Cristo.
Participantes: Os gentios vivos na época da volta de Cristo.
Base: Tratamento dos “irmãos” de Cristo, i.e., Israel.
Resultado: Os salvos entram no reino; os perdidos são lançados no lago de fogo.
Textos: Mt 25.31-46; Jl 3.2

C- O Julgamento de Israel:

Tempo: Na segunda vinda de Cristo.
Lugar: Na terra, no “deserto dos povos” (Ez 20.35).
Juiz: Cristo.
Participantes: Judeus vivos ao tempo da segunda vinda de Cristo.
Base: Aceitação do Messias.
Resultado: Os salvos entrarão no reino; os perdidos serão lançados no lago de fogo.
Textos: Ez 20.33-38

D- O Julgamento dos Anjos Caídos:

Tempo: Provavelmente depois do milênio.
Lugar: Não especificado.
Juiz: Cristo e os crentes.
Participantes: Anjos caídos.
Base: Desobediência a Deus ao seguirem a satanás em sua revolta.
Resultado: Lançados no lago de fogo.
Textos: Jd 6; 1Co 6.3

E- O Julgamento dos Mortos Não-Redimidos:

Tempo: Depois do Milênio.
Lugar: Perante o Grande Trono Branco.
Juiz: Cristo.
Participantes: Todos os não-salvos desde o principio da humanidade.
Base: O que faz serem julgados é a rejeição da salvação em Cristo, mas o fogo do juízo é a demonstração de que pelas próprias más obras merecem a punição eterna.
Resultados: O lago de fogo.
Textos: Ap 20.11-15

VI. AS RESSURREIÇÕES

A- A Ressurreição dos Justos:
(Lc 14.14; Jo 5.28,29)

-Inclui os mortos em Cristo, que são ressuscitados no arrebatamento da igreja (1Ts 4.16).
-Inclui os salvos durante os período da tribulação (Ap 20.4).
-Inclui os santos do A. T. (Dn 12.2 - Alguns crêem que serão ressuscitados no arrebatamento; outros pensam que isso se dará na segunda vinda). Todos estes são incluídos na primeira ressurreição.

B- A Ressurreição dos Ímpios:
Todos os não-salvos serão ressuscitados depois do milênio para comparecerem perante o Grande Trono Branco e serem julgados (Ap 20.11-15). Esta segunda ressurreição resulta na segunda morte para todos os envolvidos.


Extraído de “A Bíblia Anotada” Pg 1642-1644

quarta-feira, 30 de junho de 2010

ESCATOLOGIA (Parte VI)

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL (Parte 3)

Caro leitor, se você acessou o blog pela primeira vez e está lendo este texto, será difícil a compreensão do mesmo. Este texto faz parte de uma seqüência de outros que se complementam com as informações.

Aconselho que comece a ler a partir da primeira postagem sobre o assunto (ESCATOLOGIA I)

A TERCEIRA DIVISÃO UMA SEMANA 7 ANOS

Esta última semana só irá iniciar quando acabar a PLENITUDE DOS GENTIOS, este período de que falou o Senhor Jesus Cristo, é o tempo em que Deus separou para salvar os Gentios, e converte-los a Cristo sem pecado algum, mediante a morte do Senhor na Cruz. É o período em que a Graça de Deus é oferecida aos pecadores.

Se esta última semana não fosse interrompida, com certeza as setentas semanas de Daniel já estariam totalmente cumpridas, e desta forma não haveria salvação para ninguém. Este é o maior motivo pelo qual esta profecia foi interrompida, Cristo Jesus queria Salvar a todo aquele que nele Crer, antes do verdadeiro desastre que esta última semana trará ao mundo e antes que o anticristo venha assombrar a todos. Isto mostra o amor de Deus em seu ponto máximo. Antes que esta última semana tenha seu inicio, a plenitude dos Gentios irá se cumprir com o arrebatamento da igreja, com a salvação plena daqueles que aceitaram a Cristo, com um dos maiores propósitos de Deus sendo alcançado.

Como já foi escrito, Jerusalém foi invadida pêlos romanos aproximadamente no ano 70 d.C, e os Judeus foram dispersos para todas as nações da terra ( S. Lucas 21:24 ), mas no dia 14/05/48, os Judeus começaram a voltar para a santa cidade. Neste mesmo dia se cumpriu a profecia de Isaías 66:8, que diz que num só dia a nação Judaica seria criada. A partir desta data centenas de Judeus retornam a sua Pátria mês a mês, e vários recursos estão sendo criados para que em breve todos os Judeus estejam na santa cidade, para que se tenha inicio a última das setentas semanas, e com isto a igreja de Cristo seja finalmente arrebatada aos Céus.

Na verdade os Judeus já residem na cidade santa, porém não tem o domínio de Jerusalém. Em nossos dias, os Judeus não têm posse de toda a cidade, eles a dividem com os palestinos que querem ter domínio de toda Jerusalém e em troca darão a paz que os Judeus procuram. Guerras e mais guerras acontecem no oriente, pois satanás procura impedir que esta profecia se cumpra. E foi tentando impedir que os Judeus retornassem a Jerusalém que Hitler tentou exterminar o povo Judeu na segunda guerra mundial.

A última semana de Daniel terá a duração de 7 anos, que será dividida em duas partes de três anos e meio Daniel 9:27 , Apocalipse 11:1 a 3, Apocalipse 12:6 e 14, Apocalipse 13:5, onde:

  • Quarenta e dois meses

é igual a três anos e meio

  • Mil duzentos e sessenta dias

é igual a três anos e meio

  • Tempo e tempos e metade de um tempo

é igual a três anos e meio

Observem que na passagem de Dn 7:25-26, dois príncipes são mencionados, o que não devemos confundir:O primeiro é o MESSIAS ( ESUS), o Príncipe (v. 25).O segundo é o PRÍNCIPE QUE HÁ DE VIR (v. 26).que é o assolador (v 27), o aticristo. O anticristo fará um concerto com Israel por sete anos ( uma semana ), (São João 5:43 e Isaías 28:15 a 18 ), e na metade da semana ( três anos e meio ) irá quebrar o concerto com os Judeus.

A 70ª Semana de Daniel também é chamada de grande tribulação ( São Mateus 24:21 ) que terá a duração de sete anos, dividida em duas partes de três anos e meio.

Nas próximas postagens irei argumentar sobre este período, mostrar as diversas interpretações sobre o mesmo. Eu acredito que a igreja não irá passar pela grande tribulação, (Por este motivo escolhi este sitio para divulgação do conteúdo do mesmo) pois como já foi escrito este período e para o povo Judeu e não para a igreja, como esta escrito: " Setentas semanas estão determinadas sobre o teu povo, e a tua santa cidade. " Daniel 9:24

Fonte de pesquisa:http://www.scribd.com/doc/20288201/Escatologia.

Marcos Avelino – O Marcão

ESCATOLOGIA (Parte V)

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL(Parte 2)

SETENTA SEMANAS DE ANOS – Leia Daniel 9

Uma semana é constituída de sete dias, mas estas semanas que a profecia de Daniel se refere ao invés de DIAS, são ANOS, ou seja, para cada dia da semana se conta um ano, que desta forma para cada semana teremos sete anos no lugar de sete dias, formando assim uma semana de anos

No velho testamento era comum o uso de semana de anos. ( Levítico 25:8, Ezequiel 4:6, Gênesis 29:20 a 28). Setenta semanas de dias comuns são iguais a 490 dias, e de acordo com o Vers.25 deste capitulo, as escrituras demonstram que desde a ordem para restaurar e edificar Jerusalém ate o Messias ( Cristo ) teria 69 semanas, o que é relativo a 483 dias de semanas comuns, ou seja, semanas de 7 dias, e isto não aconteceu, pois da ordem para edificar Jerusalém ate Cristo, teve uma duração maior de 400 anos, portanto é impossível que estas semanas sejam de dias comuns, o que deixa claro que esta profecia se refere a SEMANAS DE ANOS.

As 70 semanas tiveram inicio quando saiu a ordem para restaurar e edificar Jerusalém ( Neemias 2 ), o que aconteceu aproximadamente no ano 445 a.C. Se contarmos a partir desta data até a morte de Cristo na Cruz, aconteceram aproximadamente 483 anos, o que nos leva a concluir com certeza que esta profecia se trata de semanas de anos, e nunca de semanas de dias.

AS TRES DIVISÕES DAS SETENTAS SEMANAS

De acordo com Daniel 9:24-27, as setentas semanas se dividem em três partes:

  • 07 Semanas

Daniel 9:25

49 anos

  • 62 Semanas

Daniel 9:25

434 anos

  • 01 Semana

Daniel 9:27

7 anos

 

A PRIMEIRA DIVISÃO SETE SEMANAS 49 ANOS

De acordo com Daniel 9:25, Jerusalém seria edificada e restaurada da destruição que o império Babilônico causou a santa cidade ( Daniel 1:1,II Reis 24:1 ), esta ordem foi dada pelo Rei Ataxerxes a Neemias aproximadamente no ano 445 a.C., e nesta mesma data iniciou-se a contagem da primeira divisão, e terminou aproximadamente no ano 397 a.C., o que é relativo a 49 anos ( 7 semanas de anos ), onde no final deste período a santa cidade estava totalmente reconstruída(Daniel 9:25). Esta palavra se cumpriu literalmente no período previsto.

Muitos comentaristas da Bíblia divergem quanto ao tempo exato que começaram os 483 anos das 69 semanas. Alguns apontam a ordem para restaurar e edificar Jerusalém como sendo quando Ciro promulgou um decreto em favor dos exilados de Judá.(538 a.C.) Esdras (Ed 6:14). Mas estes decretos, sem nenhuma exceção, são acerca da "reconstrução do templo" e não da cidade. Leia cuidadosamente Ed 1:1,2; 4:1-5; 11-24; 6:1-5; 14,15; 7:11:20,27 e note que a referência ao decreto fala da "Casa de Deus". Mas não há autorização para a reconstrução da cidade. A reconstrução do templo foi interrompida por certo tempo, devido às acusações dos inimigos dos judeus de que estes estavam tentando reconstruir também a cidade sem autorização. (Ed 4:1-24)

Existe somente um decreto na história do Antigo Testamento, fora de todas as manipulações de interpretação, que tem a possibilidade de ser identificado como a referida "ordem" da profecia de Daniel. Este decreto se acha no livro de Neemias. Leia cuidadosamente Ne 1:4 e 2:1-8, notando alguns fatos. Primeiro foi a notícia da condição ruinosa do "muro" e dos "portões" da cidade que desperta profunda preocupação em Neemias , o copeiro do rei Artaxerxes.

Segundo foi que, após a oração, ele "ousou" pedir ao rei: Peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meu pai, para que eu a reedifique" (Ne 2:5).

Terceiro, é que seu pedido ousado, lhe foi concedido pela graça de Deus: "E o rei mas deu, porque a boa mão do meu Deus era comigo" (Ne 2:8).

O mais importante, entretanto, é notar como Neemias registra cuidadosamente sob inspiração de Deus, a data exata desse decreto: "No mês de Nisan, no ano vigésimo do rei Artaxerxes" (Ne 2:1). Interessante que até mesmo a mais recente edição da Enciclopédia Britânica, certamente sem preconceito favorável à profecia, marca a data da ascensão de Artexerxes como 465 a.C., assim seu vigésimo ano vem a ser exatamente 445 a.C.

A SEGUNDA DIVISÃO SESSENTA E DUAS SEMANAS 434 ANOS

A segunda divisão tem inicio aproximadamente no ano 397 a.C. Os comentaristas bíblicos divergem quanto ao final da segunda divisão das semanas. Uns afirmam que vai até a os dias da pregação dos apóstolos de Cristo ( Messias ). A bíblia de estudos pentecostal nos comentários referentes a Daniel coloca esta data em 27 d. C. Outros eruditos colocam esta data em 32 d.C e há alguns eruditos que afirmam que o final das 69 semanas coincide com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, aproximadamente em 29 d.C

Depois deste período Cristo iria morrer (Dn 9:25), e logo após Jerusalém seria invadida e destruída pelo Império Romano, o que de fato acorreu de forma literal em todos os sentidos (Daniel 9:25-26).

Essas 62 semanas (434 anos) somadas às sete semanas (49 anos) marcam a data certa da primeira vinda de Cristo e determinam também, não o início, mas a duração do período de reinado do anticristo (a última semana restante).

PORQUE O INTERVALO ENTRE A 69ª SEMANA E A 70ª SEMANA?

A terceira divisão, a última das setenta semanas de Daniel é ainda futura, ainda não se cumpriu, devido o povo Judeu não estar na cidade santa ( Daniel 9:24). Como já foi escrito, esta profecia irá se cumprir sobre o povo Judeu, e este povo precisa estar na cidade santa. Como mostramos na segunda divisão, os Romanos invadiram Jerusalém aproximadamente no ano 70 d.C. Expulsaram os Judeus da santa cidade, e os mesmos foram dispersos para muitas nações ( Ezeq. 36:19-20, S. Lucas 21:24 ), e nesta data esta profecia teve de ser interrompida na sua 69º semana, pois o povo Israelita não se encontrava na cidade de Jerusalém. E para que esta profecia se cumpra é necessário que o povo do Profeta Daniel ( Judeus ) estejam em Jerusalém. Esta última semana não pode ter se cumprido em hipótese alguma, pois nesta última semana ( 7 anos ) os Judeus iriam fazer um acordo com o assolador ( anticristo ), e este assolador seria destruído, porém isto ainda não aconteceu. Israel ainda não fez este acordo com o inferno ( Isaías 28:15-18 ), e muito menos o anticristo foi destruído. Sendo assim posso afirmar que esta última semana de Daniel ainda não se cumpriu, esta profecia permanece interrompida.

Outros principais motivos que os comentaristas bíblicos citam para esta interrupção são:

a) Porque as setenta semanas tratam somente do plano de DEUS com Israel e, assim, não lhe incluem o intervalo, a época da Igreja, a plenitude dos gentios.

b) Porque quando Deus rejeitou Israel por ter desprezado o Messias, parou a contagem do tempo, uma vez que as setentas semanas estão determinadas para o povo Judeu. Israel o povo especial de Deus, representantes do Senhor no Mundo, ia fazer parte como ramos naturais da boa oliveira, (Rm 11;24). Porém os Judeus rejeitaram a Jesus (Jo 1: 11). Por isso foram quebrado da oliveira, isto é, foram rejeitado pelo o criador. (Jr 11:26 Rm 11 19,20).

Fonte pesquisa:http://www.scribd.com/doc/20288201/Escatologia.

Marcos Avelino – O Marcão.

ESCATOLOGIA (Parte IV)

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL (Parte 1)

Primeiramente peço desculpas aos leitores pela demora em postar o texto. Atualmente estou fazendo parte de equipe que está preparando o business plan de uma multinacional que se instalará no país no próximo ano e isto tem consumido bastante meu tempo.

Na postagem anterior comentei que continuaria explicando sobre as profecias que se cumpriram parcialmente e que destacam a grande tribulação. As setenta semanas de Daniel é uma das profecias que mais enfatiza este período.

As Setenta Semanas de Daniel – Leia Daniel Capítulo 9

No primeiro ano do reinado de Dario, Daniel entende pelas escrituras sagradas mais precisamente pelo livro do profeta Jeremias(Jr), (Jr 25:11,12 e 29:10) que haviam de se acabar as assolações de Jerusalém por já se terem passado setenta anos (Dn 9:1,2). Tinha chegado o tempo de findar o exílio de Judá, entretanto não havia qualquer indicação de que tal coisa iria suceder; não havia qualquer edito, neste sentido.

Estamos vivendo dias de grandes crises e catástrofes naturais. Estão cumprindo-se as profecias descritas na bíblia. Como Daniel devemos considerar as profecias como coisa prática (Lc 24:25; II Pe 1:19) e interceder pelo nossos dia e noite.

E o anjo saiu para fazer Daniel entender o sentido (Dn 9:21,22). Até mesmo Daniel, profeta e também com a palavra clara das escrituras, estava intercedendo com muita falta de luz. Notemos que essa "luz" está aumentando capítulo após capítulo. Isto é o que as escrituras chamam de "revelação progressiva".

Deus revelara, no capítulo dois, que o tempo dos gentios, na sua primazia, seria aniquilado para sempre pela chegada do reino da pedra (segundo a interpretação do sonho do rei), o reino eterno dos céus. A visão dos quatro animais (cap. 7) revela que os santos de Israel serão honrados nesse reino como o povo predileto da terra; porque no Seu Reino, o Filho do Altíssimo, será servido e adorado por todos os governos que houver na terra. A visão do carneiro e do bode (cap. 8) revela uma nuvem negra de tribulação sem igual a ser travada pelas nações: Medo-Persas e Grécia.

No capitulo nove de Daniel esta a visão de uma das mais importantes Profecias que devemos estudar na Escatologia, e diz a respeito das SETENTAS SEMANAS DE DANIEL.

Para se fazer um estudo completo do Apocalipse, grande tribulação, ou qualquer outro assunto que fale sobre o tempo do fim Daniel 8:17 e necessário primeiro estudar as setentas semanas de Daniel, pois esta e uma profecia indispensável a Escatologia.

PARA QUEM ESTA DETERMINADO AS SETENTA SEMANAS ?

Em Daniel 9:24 diz: Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo ( ISRAEL ), e sobre a tua santa cidade. Esta parte das escrituras afirma que este período de tempo irá se cumprir sobre o povo Judeu ( O teu povo ) e sobre a cidade de Jerusalém ( a tua santa cidade ). Portanto esta profecia é destinada toda ela para Israel, sendo assim lembramos " NÃO SE DEVE CONFUNDIR ISRAEL COM IGREJA "

A profecia inteira trata do povo de Daniel, isto é Israel (Dn 9:24), aqui o futuro de Israel é previsto, mas o mundo sofrerá os seus efeitos. (Jr 25:39-32 Ap: 13;7-8)

CONDIÇÕES PARA A PROFECIA SE CUMPRIR

Esta profecia de Daniel 9:24-27, esta determinando condições para seu fiel cumprimento:

  • As setentas semanas estão determinadas para o povo Judeu.
  • A Judeus necessitam estar em Jerusalém ( cidade Santa )

Portanto se o povo Judeu saísse de Jerusalém, ou perdessem a posse da cidade santa, esta profecia seria interrompida, do mesmo modo os Judeus primeiramente necessitam ser um povo, uma nação, pelo contrario esta profecia teria que ser interrompida; Deixamos bem claro as condições desta profecia, pois iremos analisar a mesma levando isto em consideração.

POR QUE 70 ANOS DE CATIVEIRO?

Para se entender a visão das setentas semanas de Daniel (cap. 9) esta profecia, temos que entender o motivo porque Israel, precisamente o reino do sul (Judá), foi para o cativeiro babilônico.

Deus havia dito que os Israelitas semeassem durante seis anos e no sétimo haveria descanso solene para a terra. (Lv 25:1-4)

O princípio de haver um sábado ou descanso cada semana, se estende para os anos também, havendo um ano sabático a cada sete anos. Isto valia como um reconhecimento do direito de Deus sobre a terra (Lv 25:23).

Deus havia dado a terra a Seus servos (Israel) e esperava que eles fossem mordomos fiéis. Enquanto Israel confiasse em Deus, podia contar com Sua promessa de boas colheitas, para que houvesse bastante suprimento para o sétimo ano, no qual não podia haver sega (Lv 25:20-22), e isto implicava em exercer fé. De uma forma, também ajudava a manter a fertilidade do solo, permitindo que ficasse sem ser lavrado em certas épocas.

Deus havia estabelecido: "Observai os Meus estatutos, guardai os Meus juízos e cumpri-os, assim habitareis seguros na terra. Porém, isto permaneceu como um ideal raramente cumprido (Lv 25:18; Jr 34:13,14). Portanto uma das causas do cativeiro babilônico foi a inobservância desse mandamento (Jr 25:10; 29:10). Desta forma, Israel no cativeiro fez descansar a terra obrigatoriamente (II Cr 36:21).

 

Fonte de pesquisa:http://www.scribd.com/doc/20288201/Escatologia.

Marcos Avelino – O Marcão